" /> Doenças dos Olhos | CLDO
RESULTADOS DE EXAMES

Doença dos Olhos

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Alergia Ocular

O olho pode ser acometido por processos alérgicos, caracterizados por uma atuação excessiva do sistema imunológico que acaba prejudicando o próprio organismo. O processo varia desde quadros leves, com poucos sintomas, até quadros graves, com muita coceira e sensibilidade à luz, inclusive com risco de perda da visão. A alergia tem grande impacto na vida do paciente e seu tratamento traz grande alívio.

2

Ambliopia: Olho Preguiçoso

A Ambliopia acontece na primeira infância. Quando vias nervosas entre o cérebro e um olho não são adequadamente estimuladas, o cérebro favorece o outro olho.

Os sintomas incluem um olho errante, olhos que parecem não funcionar em conjunto ou percepção de profundidade inadequada. Ambos os olhos podem ser afetados.

O tratamento inclui tampões, colírios, óculos ou lentes de contato e, às vezes, cirurgia.

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Buraco Macular

É uma doença comum que afeta mais mulheres que homens, a partir dos 40 anos de idade.

É caracterizado pela formação de um pertuíto no centro da mácula, causado por uma anomalia da aderência vítreo-retiniana. A visão central é a mais prejudicada, mantendo-se a visão periférica. O tratamento consiste em cirurgia vítreo retiniana.

4

Catarata

A maioria dos casos de catarata desenvolve-se lentamente ao longo de anos.

O principal sintoma é a visão embaçada, como se a pessoa estivesse olhando por um vidro opaco. Quando a catarata interfere nas atividades normais do indivíduo, o cristalino embaçado pode ser substituído por lentes artificiais transparentes. Este geralmente é um procedimento seguro. Hoje, a diversidade de lentes intraoculares dá ao paciente opções que melhor de adequem as suas necessidades. As lentes vão desde a monofocais até as trifocais, que corrige a visão de perto, intermediária e longe.

Outra evolução nas cirurgias de catarata é a utilização do laser Lensx. Várias etapas iniciais da cirurgia de catarata que são feitas pelo laser, com extrema precisão e segurança.

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Ceratite

A Ceratite é uma inflamação da córnea, camada de aspecto transparente e que possui a função de proteger nosso olho. A lesão pode ser de caráter infeccioso ou não e possui diversas causas, sendo a mais comum delas o uso de lentes de contato infectadas.

Existe também a ceratite filamentar que é uma afecção de curso crônico, uni ou bilateral (maioria associada a olho seco), recorrente, podendo ser assimétrica. É caracterizada pela presença de finos filamentos de muco e células epiteliais em descamação que estão aderidas, por uma de suas extremidades, à face anterior da córnea.

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Ceratocone

No ceratocone, o tecido transparente em forma de cúpula que cobre o olho (córnea) afina e se projeta para fora em forma de cone. Sua causa é desconhecida.

Os sintomas aparecem pela primeira vez durante a puberdade ou no final da adolescência e incluem visão turva e sensibilidade à luz e claridade.

7

Conjuntivite

A conjuntivite é uma irritação ou inflamação da conjuntiva, que recobre a parte branca do olho. Ela pode ser causada por alergias ou por uma infecção bacteriana ou viral. A conjuntivite pode ser extremamente contagiosa, sendo transmitida pelo contato com as secreções oculares da pessoa infectada.

Os sintomas incluem vermelhidão, coceira e lacrimejamento dos olhos. Também podem ocorrer secreções ou crostas ao redor dos olhos.

É importante parar de usar lentes de contato enquanto estiver afetado pela conjuntivite. Essa condição costuma ser resolvida por conta própria, mas o tratamento pode acelerar o processo de recuperação. A conjuntivite alérgica pode ser tratada com anti-histamínicos. A conjuntivite bacteriana pode ser tratada com colírios antibióticos.

Consulte sempre seu oftalmologista.

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Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI)

A DMRI é a doença ocular mais comum em pacientes com mais de 50 anos de idade. Os principais sintomas são o embaçamento da visão central (dificuldade para ler e reconhecer a face das pessoas) e a visão distorcida (metamorfopsia).

  • Apresenta 2 formas: forma seca (drusas e atrofia geográfica) e forma exsudativa, (molhada ou úmida).
  • A forma seca pode levar a perda da visão central se ocorrer atrofia da retina (na forma de atrofia geográfica), mas na maioria dos casos, os pacientes têm boa visão.
  • A forma molhada pode levar a perda da visão central de forma irreversível. No entanto, se tratada precocemente, é possível manter a visão do paciente estável por anos.
  • O tratamento mais comum é a aplicação intravítrea de antiangiogênico que estaciona o processo de degeneração. As aplicações não são limitadas e sim solicitadas de acordo com as comparações entre os exames de OCT realizados pelo paciente.
9

Descolamento da Retina

O descolamento de retina é uma emergência, podendo ocorrer em qualquer faixa etária, sendo comum em pacientes alto míopes e consequência traumas oculares. O tecido da parte posterior do olho se descola da camada de vasos sanguíneos que fornecem o oxigênio e os nutrientes necessários e há um acúmulo de líquido nesse espaço.

Os sintomas incluem o aparecimento de vários pequenos fragmentos (moscas volantes), flashes de luz repentinos ou sombra no campo de visão. Geralmente, o tratamento médico cirúrgico imediato maximiza o prognóstico do paciente.

10

Descolamento da Vítreo

Ocorre quando a “gelatina” transparente que preenche o olho desprende da retina. Os principais sintomas são o aparecimento de moscas volantes (floaters) ou de flashes de luz no campo de visão. Alguns pacientes podem apresentar ruptura da retina ou hemorragia interna. Pode haver evolução do quadro para roturas retinianas (tratada com laser) e até mesmo desolamento de retina, necessitando de intervenção cirúrgica.

1

Estrabismo

As causas de estrabismo podem incluir lesão do nervo óptico ou disfunção dos músculos que controlam o olho.

O principal sintoma são olhos que não olham exatamente no mesmo sentido, ao mesmo tempo.

Geralmente, é possível corrigir o estrabismo com tratamento ainda no estágio inicial da detecção do distúrbio. Há várias opções de tratamento para alinhar os olhos, incluindo óculos especiais, uso de tapa-olho e, em alguns casos, cirurgia.

2

Glaucoma

Em todos os tipos de glaucoma, o nervo que liga o olho ao cérebro encontra-se danificado, geralmente devido à alta pressão ocular.

O tipo mais comum de glaucoma (glaucoma de ângulo aberto) não costuma apresentar outros sintomas além da perda lenta da visão periférica. O glaucoma de ângulo fechado não é raro, mas apresenta, em alguns casos, crises que podem se tornar uma emergência médica. Seus sintomas incluem dor ocular com náuseas e distúrbios súbitos de visão.

O tratamento inclui colírios, medicamentos e cirurgia.

3

Membrana Epirretiniana

A membrana epirretiniana é uma fina camada de tecido fibroso que cresce sobre a superfície interna da retina, provocando alterações na visão que se vão agravando conforme ocorre o seu desenvolvimento. A membrana epirretiniana cresce, habitualmente, na zona central da retina (mácula), daí a designação de membrana epirretiniana macular.

4

Moscas Volantes

Moscas volantes são pequenos pontos escuros, manchas, filamentos, círculos ou teias de aranha que parecem mover-se na frente de um ou de ambos os olhos. São percebidas mais facilmente durante a leitura ou quando se olha fixamente para uma parede vazia. A denominação moscas volantes vem do latim, pois há mais de dois mil anos, na Roma antiga, as pessoas já usavam a expressão "muscae volitantes" para descrever esse problema oftalmológico.

Com o processo natural de envelhecimento, o vítreo – fluído gelatinoso que preenche o globo ocular – contrai-se, podendo se separar da retina em alguns pontos, sem que cause obrigatoriamente danos à visão. As moscas volantes são proteínas ou minúsculas partículas de vítreo condensado, tecnicamente chamados grumos, formadas quando o vítreo se solta da retina. Embora pareçam estar na frente do olho, na realidade, elas estão flutuando no vítreo, dentro do olho. Nem sempre as moscas volantes interferem na visão. Mas, quando passam pela linha de visão as partículas bloqueiam a luz e lançam sombras na retina, a parte posterior do olho onde se forma a imagem. Esse sintoma se torna importante, pois pode indicar, em alguns casos, que sua retina sofreu uma rotura ou está descolando. É de extrema importância procurar um oftalmologista para avaliação.

5

Oclusão da Veia Central da Retina

A oclusão da veia central da retina ocorre em pessoas com problemas da coagulação, glaucoma, diabetes mellitus, sendo mais comum entre os pacientes hipertensos. Ela pode afetar a visão de três formas: edema de mácula, isquemia macular e glaucoma secundário. Na sua forma isquêmica, a oclusão da veia comumente leva a cegueira e por isso, deve ser tratada precocemente. Tratada com aplicações intravitreas de antiangiogênico, fotocoagulação a laser ou mesmo cirurgia vítreo retiniana.

6

Oclusão do Ramo Artéria Central da Retina

A oclusão do ramo da artéria central da retina ocorre em pessoas com problemas cardíacos, sendo mais comum entre os pacientes hipertensos. Ela pode afetar a visão central de forma irreversível. Quando ocorre a oclusão do primeiro ramo arterial, o prognóstico é pior.

7

Olho Seco

O risco de contrair essa doença aumenta com a idade. Também costuma ocorrer em mulheres na pós-menopausa.

O olho pode ficar seco, vermelho e inflamado. Os principais sintomas são desconforto e sensibilidade à luz.

Colírios lubrificantes prescritos podem reduzir a secura.

Consulte sempre seu oftalmologista.

8

Retinopatia Diabética

A retinopatia diabética ocorre em pacientes portadores de diabetes mellitus, sendo mais comum entre aqueles que são mal controlados clinicamente. Ela pode afetar a visão de duas formas: edema de mácula e proliferação vitreo-retiniana. A retinopatia raramente leva a cegueira quando tratada de forma precoce. O tratamento vai desde aplicações intravítreas de antiangiogênico, passando pela fotocoagulação e culminando, em casos extremos, em cirurgia vítreo retiniana.

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Retinopatia Serosa Central

A Retinopatia Serosa Central é uma doença inflamatória mais comum em homens, entre 20-40 anos de idade. Ela é caracterizada por descolamento da retina macular, pela presença de fluído subretiniano. Os pacientes geralmente melhoram sem tratamento. Somente os que mantém a doença em atividade por mais de 2-3 meses devem ser tratados com fotocoagulação a laser. A doença está associada ao estresse e ao tipo de atividade. Recomenda-se que os pacientes busquem minimizar esse problema.

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Rotura Retiniana

A rotura retiniana ocorre pelo descolamento do vítreo, que traciona a retina no ponto de maior aderência. A localização mais comum é na porção superior do olho. Os pacientes não tratados podem perder a visão central e periférica. Como tratamento, a fotocoagulação a alser é bastante eficaz.A cirurgia está indicada quando ocorre a impossibilidade realizar o laser (em casos em que ocorreu hemorragia).